Fotógrafa brasileira se registra nua para voltar amar seu corpo pós-maternidade

Depois de que sua filha nasceu, a fotógrafa Juliana Caribé demorou para conseguir se olhar no espelho e voltar a se reconhecer. Segundo ela, esse processo de reconhecimento, que ainda está acontecendo, passa por aceitar e viver seu novo corpo.

Ela entende que o corpo é apenas o veículo que utilizamos para expressar o que somos internamente, e para conseguir ressignificar tantas mudanças vividas a partir da maternidade, ela, acostumada a fotografar tanta gente, resolveu que era hora de virar as lentes para si mesma.

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Quando enfim apontou sozinha a câmera para si e decidiu se fotografar, Juliana conta que descobriu uma beleza e sensualidade que estavam adormecidas. “E eu me permiti ser mulher – e não apenas mãe -, e me permiti amar esse meu novo corpo, e sentir prazer na existência dele como ele é”, afirma.

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Para ela, o autoensaio procura muito mais do que realizar registros bonitos de uma mulher nua, mas sim um processo de resgate, de redescobrimento de si, assim como uma sugestão de possibilidade e amor-próprio para qualquer pessoa. “É uma peça importante de um quebra-cabeças pós-maternidade que eu estou, aos poucos, conseguindo montar”.

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Você pode seguir o trabalho de Juliana pelo Instagram ou por seu blog.

Todas as fotos © Juliana Caribé

Recentemente o Hypeness mostrou uma série de autorretratos nus feito por cartunistas mulheres para protestarem contra o machismo. Relembre.

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Exibindo a forma humana como escultura, não, péra… é foto

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fotografa corpos contorcidos em poses poéticas. Seus cliques monocromáticos se tornam ainda mais poderosos com seu estilo minimalista.

Exibindo a forma humana como escultura (vendo de primeira achei mesmo que fossem), ele manifesta interesse pelo movimento, explorando os ângulos naturais e as formas “surreais” que o humano é capaz obter.

Direto de Berlim, Lovis explora questões existenciais em seus diálogos imagéticos com o público, e também aborda tabus sociais em torno da nudez.

 

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|via Ideia Fixa

 

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Machisma por Nina Covington

Eu queria dar às mulheres a oportunidade de expressar traços que são tipicamente associados com os homens.
Eu queria mostrar a beleza das mulheres justapostos com projeções masculinas de força.

Noções de beleza são normalmente associados com mulheres que estão expressando características totalmente femininas, mas as mulheres não têm que ter o cabelo bonito e maquiagem e vestidos para serem bonitas. Podemos ser masculinas ou andrógina e ainda ser bonitas. Mulheres bonitas vão para a guerra, construção cívil. Eles são policiais e CEOs. Elas são lutadoras, pugilistas e elas jogam futebol.

Eu estou contando a história des mulheres, porque é com isso que me identifico. Sou uma mulher explorando o ponto de vista de uma mulher, mas a essência deste livro é para todos. É para os homens também. Machisma é simplesmente dizer não a normas de gênero, ele está dizendo “vá se ferrar” para o que a sociedade diz que os homens e as mulheres devem ser.

Estes retratos podem ser como uma terapia; o que foi para mim. Tem sido cura para mim e para muitas destas mulheres a abraçar a nossa capacidade masculino.

Tanto as mulheres como os homens podem ser forte. Enquanto os homens e as mulheres tendem a ser diferentes, em geral, não são, obviamente, um espectro de gênero na natureza. É normal que cada um de nós para expressar uma combinação única de características masculinas e femininas.

– Nina Covington

Texto original: Machisma by Nina Covington

Russo inaugura agência para modelos com mais de 60 anos

O projeto Oldushka iniciou-se em 2011, quando o fotógrafo Ígor Gavar, 29, começou a fotografar vovós e vovôs nas ruas de Omsk, cidade 2.700 km a leste de Moscou. De lá, partiu para os modelos sêniores da capital e de São Petersburgo.

Agora, o sucesso do blog de fotografias transformou-se em a ideia em uma agência de modelos idosos. Nos últimos dois anos, pessoas entre os 60 e os 78 anos apareceram em páginas de moda de publicações russa e estrelaram campanhas de publicidade da casa de moda russa Cyrille Gassiline pelas mãos da Oldushka.

“Minha família e formação tiveram um papel importante nessa história. Ambas minhas avós sempre tiveram boa aparência “, conta Gavar.

Formado em design de interiores, Gavar sempre se interessou também por moda. A agência conta com sete modelos no momento, todos “caçados” pelo próprio Gavar.

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Aos 63 anos, a engenheira aposentada Liudmila Brajkina, de Moscou, é uma delas. Sempre de jeans e frequentadora assídua de uma academia de ginástica da capital, ela já se acostumou com a rotina de modelo.

“Nunca gostei de estar no centro das atenções, tinha complexos. Mas achei interessante trabalhar com profissionais da área”, diz.

Já Nina Torchina, 72, entrou no projeto por curiosidade. “Não é tão comum aparecerem coisas tão interessantes. A vida é bastante monótona. Mas assim fica mais agradável: com alguém cuidando de você, te vestindo”, diz.

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O uso de modelos idosos não é novidade no mundo desenvolvido, mas na Rússia só começa a tomar forma agora. Na década de 2010, as imagens de mulheres entre os 70 e 80 anos de idade em campanhas publicitárias foram usadas pela Lanvin, Celine, Delvaux e MAC.

Já na última Semana de Moda de Paris, o japonês Iun Takahashi apresentou a coleção Undercover Outono-Inverno 2017 com mulheres mais maduras.

As modelos da Oldushka, porém, ainda não foram convidadas para a Semana de Moda de Moscou.

“Isso mostra a falta de visão dos organizadores. Se uma mulher na faixa dos 60 ou 70 anos aparecesse em meio às modelos de 20 anos, o efeito seria maravilhoso!”, diz o colunista da revista Allure, Aleksêi Beliakov.

“A ideia da agência é boa. Eu a caracterizaria como um bom projeto social. Mas é preciso considerar uma tendência mundial onde as pessoas mais velhas se tornam objeto de cuidados especiais. Nas revistas ocidentais, as mulheres mais velhas são agora o público mais demandado. São negócios”, explica.

Em 2010, o blog Oldushka recebeu um investimento de 5.000 euros da United Colors of Benetton como projeto social chamando a atenção para os problemas das gerações mais velhas da Rússia.

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Como planejado, a bolsa será destinada à criação de editorias com as histórias dos protagonistas do projeto.

Para o criador da agência, ela não representa apenas a possibilidade de negócios. “O assunto da velhice alarma a todos. Dizem que as crianças são nosso futuro. Não é assim: as crianças nascem, os pais envelhecem. Por isso, o futuro não são as crianças, mas os velhos”, diz.

Gavar considera a própria criação da agência como um êxito. “Eu não pensava que as pessoas reagiriam com seriedade ao projeto. Uma de nossas modelos, a Olga, de 70 anos, é agora a cara da coleção da marca russa Cyrille Gassiline!”, comemora.

O trabalho como modelos não é porém, a fonte principal de renda das modelos, segundo ele. “É, no máximo, um freelance e uma possibilidade de se testar de novos modelos. Muitas sessões de fotos trazem um efeito terapêutico, aumentam a autoconfiança”, diz.

Fonte: Gazeta Russa por Iúlia Chimf

Erica Simone: Porque é que precisamos de roupa?

Erica Simone, uma fotógrafa franco-americana, pegou no seu tripé e fotografou-se nas ruas de Nova Iorque sem roupa, sem pudor ou preconceito, tudo para responder a uma pergunta: “porque é que precisamos de roupa?”.

As fotos representam algumas das tarefas diárias de Simone, uma ida à tabacaria para comprar cigarros, ir às compras, apanhar um táxi ou o metro, fazer uma chamada num café ou mesmo tirar uma selfie em plena Times Square. Tudo muito normal à excepção de que a fotógrafa aparece nua, o que não parece afectar quem está à sua volta. Assim, o projecto floriu e “com um tripé e uma boa dose de adrenalina, passeei e senti as ruas inquietas de Nova Iorque nua” e o objectivo não é exibir-se mas sim “explorar aspectos interessantes da nossa sociedade”.

“Antes nua do que sua”

O fotógrafo Gabriel Wickbold reuniu mais de 50 mulheres em um ensaio contra o machismo. Intitulado “Antes nua do que sua”, o projeto teve a participação de algumas famosas, como Didi Wagner, Fernanda Paes Leme e Carol Bittencourt.

Os cliques, todos em preto e branco, foram feitos no estúdio de Gabriel, em São Paulo, com luz natural e sem usar Photoshop. A série fotográfica foi divulgada pelo Instagram, ao lado de frases sobre o empoderamento feminino, como “Não se nasce mulher: torna-se”, de Simone de Beauvoir.

 

"Te desejo uma insônia cheia de lembranças minhas" | @gioserrano por @gabrielwickbold beauty @gabiferreira._ para @antesnuadoquesua

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"Antes nua do que minha." | @grazziferraz_ por @gabrielwickbold para @antesnuadoquesua

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"Infinitamente belo, insuportavelmente efêmero" Rubem Alves | @thais.belmonte por @gabrielwickbold para @antesnuadoquesua

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Olhe além do que se vê. | @thais.belmonte por @gabrielwickbold para @antesnuadoquesua

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"É vaidosa faz questão de nunca máquiar a alma." @zackmagiezi | @azevedo.mayra por @gabrielwickbold para @antesnuadoquesua

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Passou como um furacão. | @thais.belmonte por @gabrielwickbold para @antesnuadoquesua

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"O riso é a menor distância entre duas pessoas." Victor Borge | @juliazagari por @gabrielwickbold para @antesnuadoquesua

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"Because we can imagine, we are free", Sartre | @juliazagari por @gabrielwickbold para @antesnuadoquesua

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Fonte: ‘Antes nua do que sua’: famosas posam em ensaio contra o machismo

“Ageless Beauty”: mulheres com mais de 45 anos posam nuas

“Queria mostrar às mulheres – apesar daquilo que a sociedade lhes diz – que envelhecer apenas as torna mais fortes e bonitas, e que deviam assumir isso”, explicou o fotografo Demetrius Fordham ao jornal Huffington Post’.

Abaixo depoimento de duas modelos

“Beleza é ver o processo orgânico dos efeitos do tempo e das experiências, quer seja o intemperismo de um objeto inanimado, ou o envelhecimento de um ser vivo. O uso, as cicatrizes, a descoloração de todas as coisas, representam beleza para mim”, disse Victoria, 50.

“Faço 49 anos em abril, mas a idade é apenas um número – a saúde, energia e alegria da vida são os verdadeiros indicadores da idade. A beleza é uma ilusão, o equilíbrio harmonioso efémero de elementos, o yin e o yang e a energia do amor, como percebido através dos nossos seis elementos”, acrescentou Masha, 48.

 

Corpo nu em posições de ioga sem violar as política do Instagram

Uma modelo anônima conhecida como Nude Yoga Girl está gerando polêmica no Instagram, e com apenas 5 semanas, já está com mais de 207 mil seguidores. A jovem de 25 anos posta fotografias em diferentes posições de ioga, escondendo suas partes intimas com sombras ou edição de imagem mas o seu objetivo não é desafiar as políticas de nudez da rede social (na minha opinião podia até ser), mas sim criar obras de arte corporais inspiradoras. Em seu website ela diz:

“Estou preocupada com a pressão que as mulheres sofrem hoje em dia por causa de seu corpo. Fazer ioga me ajudou a aceitar e amar meu corpo. É sobre o sentimento interior, e não sobre a aparência do lado de fora. Nossos corpos são capazes de coisas incríveis. Eu queria mostrar que a nudez é natural. A nudez não é apenas sobre “ser sexy” se colocar na frente de espelhos e mostrar o seu corpo tonificado… Estar em paz consigo mesmo significa aceitar seu corpo. E você deve. Porque você é linda exatamente do jeito que você é.”

Revista destaca a beleza da diversidade do corpo

Essa é a mensagem que a revista NOW Toronto espera enviar com a sua segunda edição anual do corpo, com retratos nus para mostrar a beleza da diversidade corporal. A revista apresenta atletas, artistas e ativistas que despojadamente abrem o jogo sobre o que seus corpos significam para eles.

“A primeira concepção da ideia era uma versão mais abrangente, diversificada e inspirador da Sports Illustrated”, conta Sabrina Maddeaux. “As imagens comemoram o corpo humano em todas as formas, mas as histórias dos nossos modelos, em suas próprias palavras, vão muito além do superficial. É verdade que a maioria das pessoas que fotografamos ficaram inicialmente (e compreensivelmente) nervosos, mas o consenso foi que tiveram uma experiência incrivelmente libertadora. A resposta tem sido extremamente positiva “.


Todas as fotos por Tanja-Tiziana/Now Toronto

Fonte: Magazine’s Nude Editorial Highlights The Beauty Of Body Diversity por Cavan Sieczkowski

O Corpo “perfeito”

Quando você olha para o espelho, está feliz com o que vê? Ou ao olhar para si mesma você belisca as suas gordurinhas, levanta a sua bunda, empurra seus peitos desejando parecer uma supermodelo da Victoria Secret? É difícil de se contentar com a forma do seu corpo quando as pessoas estão constantemente dizendo como você está gorda. Os elogios sarcásticos, os comentários mesquinhos, o cyber bullying – tudo isso mexe com a gente … e dói. E se você pudesse parar todo o ódio e apenas “photoshopar” si mesmo agora, na vida real? O que você mudaria?

Por favor, compartilhe este vídeo para lutar contra o cyber bullying e a vergonha do próprio corpo.

Cassey Ho é uma instrutora certificada de Pilates e de ginástica, está no Top 25 Health & Fitness Influencers in the World ao lado de Michelle Obama. Vencedora do “Social Fitness” Shorty Award, e escolhida pela revista FITNESS Magazine como a Melhor Blogger de Vida Saúdavel. Tem sido destque no Dr. Oz, TV EXTRA, Cosmpolitan Magazine, SHAPE Magazine, Ladies Home Journal, Self Magazine, NY Times, Los Angeles Times, e muitos mais.

ELENCO
Cassey Ho
Dublê de corpo – Arika Sato

EQUIPE TÉCNICA
Diretor – James Chen
Efeitos Visuais – James Jou
Maquiador – Caroline Esparza
Cabelereiro – Kristina Gibson
Produtor – Emily Conti
Diretor de Fotografia – Garrett Shannon
Assistente de Câmera – Danny Neal
Key Grip – Patrick O’Keefe
Gaffer – Ed Rehr
Assistente de Produção – John So
Assistente de Produção – Nohe Roche