Fotógrafa brasileira se registra nua para voltar amar seu corpo pós-maternidade

Depois de que sua filha nasceu, a fotógrafa Juliana Caribé demorou para conseguir se olhar no espelho e voltar a se reconhecer. Segundo ela, esse processo de reconhecimento, que ainda está acontecendo, passa por aceitar e viver seu novo corpo.

Ela entende que o corpo é apenas o veículo que utilizamos para expressar o que somos internamente, e para conseguir ressignificar tantas mudanças vividas a partir da maternidade, ela, acostumada a fotografar tanta gente, resolveu que era hora de virar as lentes para si mesma.

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Quando enfim apontou sozinha a câmera para si e decidiu se fotografar, Juliana conta que descobriu uma beleza e sensualidade que estavam adormecidas. “E eu me permiti ser mulher – e não apenas mãe -, e me permiti amar esse meu novo corpo, e sentir prazer na existência dele como ele é”, afirma.

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Para ela, o autoensaio procura muito mais do que realizar registros bonitos de uma mulher nua, mas sim um processo de resgate, de redescobrimento de si, assim como uma sugestão de possibilidade e amor-próprio para qualquer pessoa. “É uma peça importante de um quebra-cabeças pós-maternidade que eu estou, aos poucos, conseguindo montar”.

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Você pode seguir o trabalho de Juliana pelo Instagram ou por seu blog.

Todas as fotos © Juliana Caribé

Recentemente o Hypeness mostrou uma série de autorretratos nus feito por cartunistas mulheres para protestarem contra o machismo. Relembre.

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Uma das maiores modelos do mundo não acreditava ser bonita

Casaco Stella McCartney – Coordenação: Gilberto Júnior. Edição de moda: Lorna McGee. Cabelo: Ernesto Montenovo (David Artists). Maquiagem: Christabel Draffin. Modelo: Arizona Muse (Next Models). / Fotos de Ricardo Abrahao

Figura importante na moda, o fotógrafo Steven Meisel ajudou Arizona Muse a chegar ao topo, como já fizera com as supermodelos dos anos 90 Linda Evangelista, Naomi Campbell e Christy Turlington. Meisel colocou Arizona na capa da “Vogue” italiana ao lado da top dinamarquesa Freja Beha Erichsen, em campanhas da Prada e em editoriais importantes publicados por revistas como a “W”.

— É maravilhoso estar com o Steven Meisel, um dos fotógrafos mais criativos com quem já colaborei. Parece que ele faz mágica — elogia a modelo, que também caiu nas graças da dupla Inez van Lamsweerde & Vinoodh Matadin, que a retratou para o verão 2011 da Saint Laurent — na época, Stefano Pilati ainda respondia pela direção criativa da casa. Peter Lindbergh, Mario Testino, David Sims, Mario Sorrenti, Terry Richardson e Craig McDean também ficaram encantados com a top.

— Não acreditava quando as pessoas falavam que eu era bonita. Achava que elas diziam isso para me fazer sentir melhor. Olhava para as outras mulheres e tinha certeza que eram mais belas. Levei muito tempo para perceber que eu realmente merecia estar nessa profissão — conta Arizona, que cita as atrizes Léa Seydoux, Scarlett Johansson e Audrey Hepburn como referências de beleza.

 

Mãe solteira aos 19 anos (o filho Nikko tem 7), Arizona diz que ser mãe lhe deu energia para construir a carreira. Hoje, ela pertence ao time de modelos que se reveza nas campanhas das maiores grifes do mundo. Nos últimos cinco anos, Arizona fotografou para Louis Vuitton, Fendi, Diane von Fürstenberg, Isabel Marant e Chloé, além de ter posado para vários anúncios da gigante dos cosméticos Estée Lauder. Nos lançamentos internacionais para o inverno 2016/2017, esteve nos desfiles de Sonia Rykiel e Acne Studios:

— Amo o que faço e espero que isso apareça nas fotos. Quero que todos sintam uma felicidade ao ver as imagem. Desejo inspirar e motivar.

 

 

Post Originial : O Globo

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Exibindo a forma humana como escultura, não, péra… é foto

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fotografa corpos contorcidos em poses poéticas. Seus cliques monocromáticos se tornam ainda mais poderosos com seu estilo minimalista.

Exibindo a forma humana como escultura (vendo de primeira achei mesmo que fossem), ele manifesta interesse pelo movimento, explorando os ângulos naturais e as formas “surreais” que o humano é capaz obter.

Direto de Berlim, Lovis explora questões existenciais em seus diálogos imagéticos com o público, e também aborda tabus sociais em torno da nudez.

 

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|via Ideia Fixa

 

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Deep Skin: série fotográfica retrata lindamente os corpos de modelos tatuados

Modelar não é exatamente uma forma de autoexpressão. De fato, posar para uma foto comercial pode ser uma das formas mais fáceis de suprimir a sua individualidade. Eles te dizem como posar e parecer atraente.

É frequente que façam Photoshop para chegar a uma aparência excepcionalmente maravilhosa.

Mas o fotógrafo Danny Baldwin notou uma mudança – quase que radical – na sua indústria.

Antes era necessário se adequar ao padrão convencional de beleza, encenando os modelos como se fossem paletas que funcionavam para suprir as aspirações estéticas de que as consumia, mas agora os fotógrafos de moda começaram a destacar as peculiaridades humanas de seus modelos, inclusive suas tatuagens.

“Nos últimos anos eu comecei a notar que os modelos que posavam para a minha câmera tinham mudado. Eles não tinham mais a pele limpa e nem pareciam ser tão novos e arrumados, como telas em branco, mas faziam parte de um grupo de modelos que geralmente descrevemos como alternativos – indivíduos com um lado desafiador, cujas tatuagens representam o domínio que eles têm sobre os seus próprios corpos”, disse Baldwin em uma entrevista ao The Huffington Post.

Baldwin se propôs coletar as imagens desses modelos expressivos em uma antologia chamada Skin Deep (“Pele Profunda”, em tradução livre) que atualmente tem sua própria campanha no Kickstarter. Ele demonstrou o seu compromisso com o projeto ao tatuar o título dentro do seu lábio inferior, mais uma para sua crescente coleção de tatuagens.

“Eu agora tenho no meu braço esquerdo, no meu dedo, meus pés e todos os meus dedos do pé”, disse Baldwin. “Todas as minhas tatuagens têm um profundo significado para mim, estão enraizadas e conectadas às partes de meu trabalho como fotógrafo, às pessoas que impactaram a minha vida e a uma evolução dentro de mim. Elas podem parecer bem macabras, mas na verdade elas são minhas próprias afirmações pessoais”.

Além tirar fotos de modelos para seu projeto em posições pouco convencionais – um deles dá um chute com seu pé de forma divertida, outro se agacha para frente revelando um par de asas deslumbrantes — Baldwin pergunta aos seus modelos sobre as suas conexões com as tatuagens e se o seu corpo externamente expressivo foi objeto de discriminação. Um modelo chamado Borja comentou:

“É […] mas eu ganhei mais confiança e o que parecia ser um impedimento no começo da minha carreira agora tornou-se uma assinatura”.

Claro que não é fácil ter empatia de alguém cujos desafios com a confiança se sobrepõem à sua convencional boa aparência.

Mas a indústria de fotografia da moda começou a permitir a individualidade e essas diferenças são um bom augúrio para mais inclusão.

Baldwin enfatiza que o aumento das tatuagens nos modelos parece ser o resultado de uma mudança maior na indústria, em vez de ser apenas uma moda passageira.

“Eu acho que a indústria da moda é normalmente bem rápida com tendências, mas os modelos tatuados começaram a encontrar uma forma de se popularizar”, disse Baldwin.

“Eles estão sendo verdadeiros com eles mesmos em uma indústria de elite e expressando quem eles são através da tatuagem.

Eu acho que a idea principal é a de encorajar a aceitação e celebrar a individualidade, a liberdade de expressão e a criatividade”.

“Por mim a gente tirava a roupa onde quisesse, a qualquer hora, por qualquer motivo”

karina-buhr Karina Buhr de disco novo e sem-vergonha: “Por mim a gente tirava a roupa onde quisesse, a qualquer hora, por qualquer motivo”

Em meio ao lançamento do seu terceiro álbum, Selvática , neste mês, Karina Buhr acabou vítima de censura no Facebook: a capa foi malvista e rotulada como “imprópria”. Tudo porque a cantora resolveu estampar seus peitos, assim, descobertos. A cantora garante que não tá mostrando nada, “apenas estou sem camisa”, mas a patrulha não liberou. Em entrevista à Trip , Karina fala sobre seu novo disco, polêmicas na internet e tenta entender a complicada relação entre sexo e tecnologia.

Quais as expectativas para o lançamento de Selvática?

Quero que ele se espalhe muito e quero fazer muitos shows por todo lugar. O disco está mais pesado que os outros. Gravamos baixo, bateria, teclado sempre juntos e a maioria das vozes também gravei ao vivo, com eles.

A patrulha do Facebook chegou na sua capa. Ao mesmo tempo, a nudez nunca foi tão exposta no mundo digital.

Essa dicotomia tem a ver com machismo. A nudez que é aceita é aquela em que a mulher é oferecida como produto. Quando uma mulher tira a roupa com naturalidade, ou amamenta seu filho, isso incomoda. Leio toda hora “Karina Buhr mostra os seios em capa”. Não estou “mostrando” nada, apenas estou sem camisa.

A internet está mudando a forma como as pessoas lidam com sexo?

Isso muda o tempo todo, quando muda a forma de comunicação. Tudo está muito ao alcance e se, por um lado, existe uma liberdade maravilhosa, existem também os abusos.

E os apps como o Tinder?

Não entrei nessa, não funciono desse jeito. Também não vejo problema nenhum em quem gosta. Se tem uma coisa que ninguém vai desaprender é a flertar. Há novas maneiras de agir, mas é tudo parte da mesma coisa.

Manda nudes?

Sim, até na capa do disco! Acho lindo corpo, por mim a gente tirava a roupa onde quisesse, por qualquer motivo. Tomar banho de mar e de rio sem roupa é das coisas mais deliciosas da vida, que raramente a gente pode fazer – e se a polícia passa ainda leva a gente presa. Por falar em polícia, é legal não esquecer do grande trabalho que temos pela frente, de mudanças de paradigmas (e aqui vem o machismo de novo) pra que as pessoas não se sintam à vontade em divulgar imagens de outras sem o consentimento.

Fonte: Revista Trip #248Texto: Ana Luisa Abdalla

Vale lembrar que o álbum Selvática está disponível para download gratuito.

Backup em nuvem para fotógrafos

tdrygnmvbf8uv1f78ncbConfiar apenas em uma cópia de segurança é um erro gritante para qualquer profissional de fotografia e de outras áreas, é um ditado tradicional já na área da tecnologia da informação a frase: “um backup é igual a nenhum backup”.

Para isso é preciso pensar em redundância de dados, o autor Peter Krogh, especializado em gerenciamento de bens digitais sugere uma estratégia chamada “Regra 1-2-3”, em palavras simples ter três cópias dos dados em locais fisicamente distintos, assim em caso de um roubo ou incêndio, por exemplo, seus dados ainda vão estar protegidos.

No entanto não são todos os fotógrafos que possuem um escritório, muitos trabalham apenas em casa e fazem seus backups em HDs externos que ficam no mesmo local dos seus computadores, como ter uma cópia que não seja sujeita a danos e roubo por estarem fisicamente no mesmo lugar?

No entanto muitos fotógrafos não possuem escritórios e trabalham em casa dificultando essa importante prática, para essas pessoas um armazenamento em nuvem é uma ótima opção. Existem diversos serviços oferecidos no mercado e o espaço disponível para armazenamento varia muito entre os serviços. O Mega, que oferece 50 GB. Além da capacidade disponível, é importante falar das restrição de banda, alguns serviços limitam a quantidade de megabytes que você pode enviar por hora, mês ou dia. Os únicos sem restrições são Amazon Cloud Drive, Cubby, MediaFire, OneDrive e Syncplicity. No Dropbox o limite é de 20 GB por dia; o Apple iCloud, 200 GB por mês ou 6,66 GB por dia; o Box, 10 GB por mês ou 0,33 GB por dia. O ideal é que o serviço não
imponha restrições já que estamos falando de um volume muito grande de informações, é fácil um único trabalho fotográfico ter entre 15 até 60 GB de dados.

Minha escolha entre todos esses serviços ficou mais fácil quando a Amazon em março de 2015 anunciou uma modalidade de assinatura para o Amazon Cloud Drive de espaço ilimitado apenas para fotografias pelo valor de $ 11.90, como fotos esse serviço considera arquivos JPEG, BMP, PNG, TIFF e RAW. Mesmo em épocas de alta do dólar, pagar cerca de R$ 50,00 (considerando uma cotação de R$ 3,94) por um armazenamento sem limite de envio de dados é bastante atraente para fotógrafos, o software de envio da Amazon Cloud Drive não é dos melhores, para contornar isso tenho utilizado do odrive um software freeware capaz sincronizar diversas nuvens.

Recomendo bastante o serviço que pode ser experimentado por três meses gratuitamente, e você? Recomenda alguma serviço de backup em nuvem?