Fotógrafa brasileira se registra nua para voltar amar seu corpo pós-maternidade

Depois de que sua filha nasceu, a fotógrafa Juliana Caribé demorou para conseguir se olhar no espelho e voltar a se reconhecer. Segundo ela, esse processo de reconhecimento, que ainda está acontecendo, passa por aceitar e viver seu novo corpo.

Ela entende que o corpo é apenas o veículo que utilizamos para expressar o que somos internamente, e para conseguir ressignificar tantas mudanças vividas a partir da maternidade, ela, acostumada a fotografar tanta gente, resolveu que era hora de virar as lentes para si mesma.

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Quando enfim apontou sozinha a câmera para si e decidiu se fotografar, Juliana conta que descobriu uma beleza e sensualidade que estavam adormecidas. “E eu me permiti ser mulher – e não apenas mãe -, e me permiti amar esse meu novo corpo, e sentir prazer na existência dele como ele é”, afirma.

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Para ela, o autoensaio procura muito mais do que realizar registros bonitos de uma mulher nua, mas sim um processo de resgate, de redescobrimento de si, assim como uma sugestão de possibilidade e amor-próprio para qualquer pessoa. “É uma peça importante de um quebra-cabeças pós-maternidade que eu estou, aos poucos, conseguindo montar”.

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Você pode seguir o trabalho de Juliana pelo Instagram ou por seu blog.

Todas as fotos © Juliana Caribé

Recentemente o Hypeness mostrou uma série de autorretratos nus feito por cartunistas mulheres para protestarem contra o machismo. Relembre.

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A beleza masculina também é para ser admirada?

“O masculino … Para ele é dito para não chorar. Para ele é dito para não estender a mão para o conforto ou segurança. É dito para não pedir ajuda ou para se permitir ser visto como inseguro. É dito para não tremer ou encolher frente ao perigo. É dito para não cantar de alegria. Quando ele consegue subir no pedestal de respeito e apreço, ele descobre que é um pedestal estreito, solitário e precário. Através de tudo isso, ele anseia por ser necessário e realizar um senso de propósito” – David Bollt

Ao se referir a pessoas, a palavra “beleza” é geralmente associada com as mulheres, mais do que os homens. Descrevemos também uma infindável variedade de coisas não-humanas – tais como flores, pôr do sol, paisagens e até mesmo carros – como “belo”, mas por alguma razão, este termo não é comumente usado para descrever os homens. Embora ‘bonito’ é uma bela palavra para descrever um homem tão atraente, ele não consegue abraçar a gama completa da humanidade masculina.

Por quê? Existem preconceitos culturais que influenciam a forma como nos relacionamos com os homens? Ou existem apenas diferenças naturais em como nós experimentamos isso?

Com um pouco de prática, os seres humanos têm uma capacidade infinita de experimentar a beleza. Em um determinado momento, você pode ser atingido por beleza como quando você encontra alguém atraente. Em outro momento, você pode testemunhar uma qualidade diferente de beleza, como você contemplar a sabedoria e caráter gravado na face de uma pessoa idosa.

Independentemente do seu sexo ou orientação sexual, convidamos a ter um momento para transcender associações habituais da linguagem, e experimentar estas imagens de homens como simplesmente bonitas.

Para alguns, isso é confrontar, para outros é perfeitamente natural.

Não sugerimos que você deve ver as coisas de uma maneira ou de outra. No entanto, pensamos na beleza como uma oportunidade. Acreditamos que a capacidade e a vontade de experimentar a beleza – em si mesmo e em outros – é um presente que você pode dar a si mesmo e ao mundo.

Texto Original: Can you experience men as beautiful too?

Fickysss no Suicide Girls

Contando com a beleza da modelo Fickysss, de um belo Oldsmobile Cutlass Supreme 1968 e de muita inspiração em filmes grindhouse como “Faster, Pussycat! Kill! Kill!” e “Death Proof” ontem foi publicado o primeiro ensaio que produzi para o SuicideGirls, pra comemorar algumas fotos que ficaram de fora do Set oficial estão na galeria abaixo e o trabalho completo que pode ser conferido aqui a partir de quatro meses.

Que esse seja o primeiro de muitos trabalhos.

Agradecimentos mais que especiais para o Ferrari Kart e ao Vicente que cedeu seu belíssimo veículo.

SuicideGirls é um site de assinatura que contém fotos eróticas de estilo pin-up com modelos exclusivamente do sexo feminino e de diversos lugares no globo terrestre. Entrevistas com grandes nomes do mundo do entretenimento, entre outros, podem ser conferidas na página, bem como fóruns, blogs de membros e modelos, notícias, etc.

O principal diferencial do site é os estilos e biotipos da maioria das mulheres, que não condizem com os padrões de beleza normalmente usados por outras revistas e sites de modelos. São garotas com tatuagens, piercings, cabelos coloridos, de diferentes raças e manequins, características do gênero pornográfico alt porn, ou pornografia alternativa. O Suicide Girls também é caracterizado por promover a interação entre as modelos e seus fãs, por meio de blogs, fóruns e boards. Algumas dessas meninas assinam as matérias publicadas no site e têm outros projetos vinculados ao endereço, tal qual programas de rádio. Faz muito sucesso com o público indie e outras subculturas, tais como góticos e cybers. Fonte: Wikipedia